Home Hunter
Home hunter é o nome que a imprensa brasileira usou, a partir de 2013, para o corretor que procura a casa certa em nome de quem compra: recebe o briefing, varre o mercado e visita antes do cliente. É o que o mercado internacional chama de buying agent.
Em 2013, a revista Go Where Business publicou, na seção Cases de Sucesso, uma matéria sobre um corretor do Guarujá que havia criado dois serviços que o mercado brasileiro ainda não nomeava. O primeiro era o home staging, a preparação da casa para a venda. O segundo era o home hunter: "o cliente passa o briefing, ou seja, o que ele procura detalhadamente", e o corretor sai à procura da casa, no próprio banco de dados e, se preciso, "de porta em porta". O corretor era David Andreatta, e a matéria está no Journal.
O que o home hunter faz
Inverte a ordem habitual do mercado. Em vez de mostrar o que tem na carteira, começa pelo que o cliente quer: região, tipo de casa, uso, orçamento, prazo, o que é inegociável. Com esse briefing, procura no mercado inteiro, não só no anunciado, visita antes do cliente e apresenta só o que faz sentido. O cliente vê três casas, não trinta.
Na prática de 2013, isso já incluía estudo de planta, de condomínio e de preço, e discrição sobre quem era o cliente. O que faltava era contrato próprio e um nome que o mercado reconhecesse.
Home hunter é o nome de imprensa. Buying agent é o nome do contrato.
De home hunter a buying agent
O termo pegou em portais e matérias, e hoje convive com outros: personal shopper imobiliário, personal broker, buyer's agent. Para quem compra, a figura é a mesma: um corretor de imóveis que trabalha a partir do briefing do comprador e defende o lado de quem paga.
A Andreatta Broker adotou o termo buying agent, que é o da prática internacional de alto padrão, quando o serviço ganhou o que o home hunter de 2013 não tinha: contrato de representação, honorários combinados antes, método em três etapas (estudo, busca, aquisição) e a Cláusula de Compensação, que devolve ao cliente qualquer comissão que o imóvel escolhido pague ao corretor. O nome mudou; a ideia de 2013 continua a mesma.
Perguntas frequentes
- Home hunter e buying agent são a mesma coisa?
- Sim. Home hunter é o nome que a imprensa usou a partir de 2013; buying agent é o termo internacional, adotado pela Andreatta Broker quando o serviço ganhou contrato próprio, honorários e método.
- Onde está a matéria de 2013?
- No Journal da Andreatta Broker, editoria Na Mídia, com a página da revista Go Where Business reproduzida na íntegra.
- Home hunter precisa de CRECI?
- Sim. Qualquer que seja o nome do serviço, a intermediação imobiliária no Brasil só pode ser feita por corretor inscrito no CRECI, conforme a Lei 6.530/1978.
